Não reconheço uma compra processada pela Marcha. Como agir?
Se apareceu Marcha no seu extrato ou na sua fatura, o pagamento de alguma compra passou pela nossa infraestrutura. A compra foi feita em um estabelecimento, e o nome dele costuma aparecer junto ou próximo da identificação da Marcha no descritor.
Antes de tratar como fraude
- Leia o descritor inteiro. O nome do vendedor pode estar abreviado ou ser diferente do nome de fantasia que você conhece.
- Confira assinaturas e renovações. Cobrança recorrente costuma cair em um dia diferente do dia da contratação.
- Verifique compras feitas por outras pessoas com acesso ao cartão ou à conta: familiares, sócios, equipe.
- Procure e-mails de confirmação de compra com a mesma data e o mesmo valor.
Se continuar sem reconhecer
- Fale com o banco ou emissor primeiro. É quem pode bloquear o cartão, impedir novas cobranças e abrir a contestação formal.
- Anote data, valor, os últimos dígitos do cartão usado e o descritor completo exatamente como apareceu na fatura.
- Registre o caso no canal oficial da Marcha, pelo WhatsApp, com esses dados. Eles permitem localizar a transação e identificar quem recebeu.
- Se houver outras cobranças no mesmo padrão, informe todas de uma vez. A repetição ajuda a análise.
- Guarde os protocolos dos dois lados, banco e Marcha, até a conclusão do caso.
Não envie senha, código de autenticação, token ou o número completo do cartão em nenhum canal. A Marcha não pede esses dados por mensagem, e-mail ou telefone.
Do lado de quem vende
Boa parte do não reconhecimento tem causa de comunicação, não de fraude. Descritor genérico, nome usado no pagamento diferente do nome usado na venda e ausência de e-mail de confirmação logo após a compra são as três origens mais frequentes. Corrigir esses pontos ataca a causa mais comum desse tipo de contestação, antes que ela vire disputa.
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